1. O tempo, muitas vezes longo, para descobrir o carisma original;
2. As investidas diabólicas contra o carisma original e contra os fundadores: “fere o pastor e as ovelhas se dispersam” (Zacarias 13,7);
3. O desdém daqueles que já estão inseridos neste carisma (e que constituem a comunidade) e se tornaram como que os “maus pastores” do carisma. Esses “maus pastores” enxergam o povo se perder (perder-se do carisma também) e não fazem absolutamente nada para “mudar este quadro”;
4. A perda da alegria (Fruto da Efusão do Espírito Santo) como “óleo desengripante” nas ferragens de toda a Obra erigida pela vivência espiritual do Carisma.
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